Nessa semana, um professor da minha escola passou um trabalho sobre gêneros musicais. O tema da nossa equipe foi a música gótica, daí, resolvi postar um pouquinho sobre esse gênero musical aqui:
Rock gótico é um subgênero do pós-punk que surgiu no fim dos anos 70 e é música característica da subcultura gótica, inspirado essencialmente na atmosfera decadentista do rock e em sua emergente estética.
| A Música gótica tem influência de música clássica, vocais clássicos, tenores, sopranos, enfim, vocais belíssimos, violinos, pianos, orquestras, sentimentos e etc. As letras se destacam por ser uma arte no mundo atual, destacam por sua melancolia, abordam sentimentos profundos e de uma forma incrível, falando até mesmo de coisas obscuras e ocultas, Da vida até a morte, a letra gótica é original por ser algo que faça as pessoas pensarem e principalmente sentirem quando elas são escutadas. Diferentes de outros estilos de músicas que buscam somente o entretenimento das pessoas. Atualmente, a música gótica tem sido influenciada pela guitarra, que ocasionou a formação do famoso Gothic Metal; em bandas atuais. Esta influência criou outros ramos para a música clássica gótica. Nos anos 60 surgiu um novo estilo musical na Alemanha. Porém, esse estilo ganhou notoriedade na Inglaterra alguns anos depois. Joy Division (1978) foi uma das primeiras bandas a ser rotulada como “gótica”. Toda a Estética Gotica inicial vai ser uma mistura Glam (androginia, poesia urbana e maldita, maquiagens pesadas, sonoridade rock básica, dandismo, etc), que também foram reforçados por uma influência do movimento new romantic dos anos 80, e a cultura Beat (poesia urbana e maldita, existencialismo e espiritualidade difusa, roupas escuras, acid rock, cool, jazz-rock, psicodelia, etc), ora tendo uma sonoridade mais pós punk, outra mais new wave. O termo foi usado durante a década de oitenta e na década de noventa também convencionou-se tirar o new e usar dark, dessa forma: Darkwave. Rock gótico: o desalento na cultura pop
Em 1976, Joey Ramone cantava que já não se importava nem com este mundo nem com aquela garota. “I Don’t Care” era uma letra minimalista cantada melancolicamente sobre acordes furiosos. O desalento punk dos Ramones era sinal de que há algum tempo parte dos adolescentes já não via o mundo de uma forma colorida e otimista. A canção jovem precisava expressar essas novas percepções do mundo. E ela fez isso de diferentes maneiras. O movimento dark ou gótico foi uma delas.
O rock gótico foi um dos primeiros filhotes do punk no final dos anos 70. Numa época em que a disco music festiva e descompromissada dominava as paradas de sucesso, uma vertente do rock com canções introspectivas, letras que expressavam angústias e uma visão sombria da sociedade e trágica dos relacionamentos amorosos surgiu no Reino Unido. Bandas como Siouxsie and the Banshees e Bauhaus misturaram efeitos eletrônicos, uma repetitiva e onipresente bateria e vocais dramáticos para cantar sua visão pessimista do mundo.
Muitos críticos consideram o lançamento do disco “Bela Lugosi’s Dead”, do Bauhaus, em 1979, o marco inicial do rock gótico. O estilo logo ganhou adeptos e nos anos 80 despontaram bandas como The Jesus and Mary Chain, Sisters of Mercy e aquela que é considerada uma das mais expressivas e bem-sucedidas do gênero, o The Cure, apesar do grupo ter uma produção musical que vai bem além do estilo.
Várias culturas e movimentos artísticos influenciaram o fenômeno. Uma das mais importantes foi a tradição literária do Romantismo do “mal do século” que teve seu expoente com Lorde Byron, mais de uma centena de anos antes na Inglaterra. Também elementos das antigas culturas egípcia e celta, da mitologia cristã, do surrealismo e do dadaísmo, citações de perversidades sexuais e de histórias de vampiros, futurismos cibernéticos e a filosofia de Nietzsche compuseram uma colagem de referências presentes nas canções góticas.
O gótico emplacou diversos sucessos que viraram clássicos da cultura pop como “Lullaby” e “Lovesong”, do The Cure, e “Christine”, de Siouxsie and the Banshees. As influências da atmosfera do dark estão presentes também em canções clássicas de bandas que não pertenciam ao movimento como em “She Lost Control”, do Joy Division, ou “Suffer Little Children”, dos Smiths. A herança gótica avançou pela década de 90 influenciando bandas como Type O Negative e Nine Inch Nails, entre outras.
A cena gótica se diluiu na virada dos anos 80 para os 90, mas os sentimentos de rejeição, solidão e desilusão que atingem parte dos adolescentes não. E a música pop continuou a tê-los como temas principais em movimentos como o grunge e as canções de Nirvana, Pearl Jam e companhia. Mas, apesar de tocar nos mesmos problemas, o grunge não agradava a uma parcela da juventude que tinha mais afinidade com os valores e a visão do mundo que o rock gótico trazia.
A subcultura gótica foi um caminho que muitos jovens com uma sensibilidade mais romântica encontraram para lidar com as dificuldades emocionais da adolescência, com a crescente complexidade do mundo a sua volta e com a percepção negativa do futuro. Enquanto esses fatores, que podem ter contribuído para o sucesso do gótico como uma das mais duradouras subculturas jovens, persistirem, uma parte dos jovens buscará na cultura pop canções que expressem essa sensação de desalento e que de alguma forma os ajudem a se sentir menos sozinhos.
Fonte: http://girlayne.webs.com/historiamsica.htm http://flog.clickgratis.com.br/zyb855/foto/sobre-a-cultura-gotica-o-que-e-gotico/20874.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock_g%C3%B3tico http://lazer.hsw.uol.com.br/gotico-emo1.htm |
A m





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